Por que considerar uma combinação?
Após os 40 anos, as mudanças tornam-se visíveis em mais camadas. Não apenas as linhas, mas a qualidade da pele, a perda de suporte, o peso na parte inferior do rosto e a rigidez da expressão podem ser lidos em conjunto.
É por isso que sobrecarregar uma única técnica com toda a solução é, muitas vezes, insuficiente. O mais inteligente é separar qual problema será gerenciado com qual ferramenta.
O que não significa um plano de combinação?
Um plano de combinação não significa realizar o maior número possível de procedimentos no mesmo dia. A questão principal é estabelecer a ordem correta. Primeiro, determina-se a hierarquia das necessidades e, em seguida, cria-se um plano simples.
Em alguns pacientes, a qualidade da pele pode vir primeiro; em outros, o gerenciamento das expressões faciais; e em outros, o suporte de volume.
- Ler a qualidade da pele
- Separar as linhas de expressão
- Considerar o suporte de volume, se necessário
- Planejar o ritmo de cuidados e acompanhamento
Pouco, mas estratégico:Um bom plano de combinação não é aquele com tantos procedimentos a ponto de cansar o rosto, mas sim aquele com procedimentos colocados na ordem correta de acordo com as necessidades do rosto.
A base mais saudável para o paciente
Nesta faixa etária, o que mais aumenta a satisfação é abandonar a expectativa de um "milagre em uma única sessão". A qualidade, muitas vezes, exige uma abordagem em camadas, porém moderada.
A aparência natural só se torna sustentável quando esse senso de medida é preservado.
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